{"id":835,"date":"2009-07-02T12:53:20","date_gmt":"2009-07-02T15:53:20","guid":{"rendered":"http:\/\/mnu.org.br\/?p=835"},"modified":"2009-07-02T12:53:20","modified_gmt":"2009-07-02T15:53:20","slug":"os-desafios-da-formacao-politica-da-militancia-do-movimento-negro-unificado-mnu","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/novo.mnu.org.br\/?p=835","title":{"rendered":"Os desafios da forma\u00e7\u00e3o pol\u00edtica da milit\u00e2ncia do Movimento Negro Unificado \u2013 MNU"},"content":{"rendered":"<p class=\"p1\">Pelos caminhos da milit\u00e2ncia<\/p>\n<p class=\"p1\">Procuramos evidenciar a necessidade de uma cont\u00ednua forma\u00e7\u00e3o pol\u00edtica das\/os militantes do Movimento Negro Unificado &#8211; MNU, considerando a necessidade de amplia\u00e7\u00e3o dos quadros da organiza\u00e7\u00e3o, a fim de manter a atua\u00e7\u00e3o de forma qualificada, haja vista a prolifera\u00e7\u00e3o de entidades e organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o-governamentais que buscam aliar-se ao MNU com o objetivo de afirmarem-se e, ao mesmo tempo, talvez, suplantar a nossa. Entendemos que a forma\u00e7\u00e3o deve nortear o conhecimento sobre as linhas de a\u00e7\u00e3o contidas nos documentos b\u00e1sicos do MNU.<\/p>\n<p class=\"p1\">Sou militante do MNU h\u00e1 25 anos. Entrei para a organiza\u00e7\u00e3o quando a mesma completava seis anos de exist\u00eancia e comemorava os anos de luta no Teatro S\u00e9rgio Cardoso, \u00e0 Rui Barbosa, no bairro da Bela Vista, mais conhecido como Bexiga, levada por um militante que j\u00e1 atuava no movimento desde 1981, Adomair O. Ogunbiyi, que conhecia desde os meus 17 anos, hoje companheiro de vida e luta.<\/p>\n<p class=\"p1\">No MNU S\u00e3o Paulo naquela \u00e9poca, estava o Milt\u00e3o, Milton Barbosa, como era conhecido, um dos fundadores do movimento. Aos poucos nossa milit\u00e2ncia foi crescendo. Eu era uma pessoa t\u00edmida, de pouco falar. Na milit\u00e2ncia era cobrada pelo Adomair, que tamb\u00e9m n\u00e3o falava muito em p\u00fablico, que era preciso fazer palestras, falar sobre a hist\u00f3ria do nosso povo e l\u00e1 fui eu pesquisar, estudar mais, tentar organizar as id\u00e9ias para poder atuar. J\u00e1 havia uma consci\u00eancia negra, um interesse e ent\u00e3o o que quer\u00edamos, manter nossas ra\u00edzes, se acentuou.<\/p>\n<p class=\"p1\">Percebi que a consci\u00eancia, que j\u00e1 possu\u00eda na \u00e9poca, veio antes da entrada no MNU, pois frequentamos os bailes organizados por equipes compostas por negros na \u00e9poca do movimento black soul. O que quer\u00edamos mesmo era estar entre os nossos irm\u00e3os e nossas irm\u00e3s. Depois, na faculdade que come\u00e7amos a cursar em 1978, discuss\u00f5es sobre a aus\u00eancia da quest\u00e3o racial nos cursos foram importantes para que cri\u00e1ssemos um grupo de negros e, como ocorereu em outros espa\u00e7os acad\u00eamicos, nosso grupo com os poucos negros\/as que conseguiram adentrar esse meio inseria na Semana Cultural a tem\u00e1tica etnicorracial. Foi no ano de 1980, quando conseguimos organizar um debate na faculdade, que conheci o Prof. Kabengele Munanga. Nosso saudoso militante Hamilton Cardoso tamb\u00e9m estava presente, al\u00e9m da jurista Eunice de Jesus.<\/p>\n<p class=\"p1\">Esses passos dados foram importantes pois acompanhei de perto a funda\u00e7\u00e3o do movimento negro e poderia estar l\u00e1 no ato, propriamente dito, mas como priorizava o estudo, n\u00e3o fui ao Teatro Municipal de S\u00e3o Paulo. Sabemos que o movimento negro como proposta pol\u00edtica, surge ou ressurge naquele ato do dia 7 de Julho de 1978, hoje conhecido como Dia Nacional de Luta Contra o Racismo, organizado por ativistas hist\u00f3ricos, muitos deles ou delas presentes na luta nossa hoje. A cria\u00e7\u00e3o do MNU como espa\u00e7o de debates sobre o racismo, a discrimina\u00e7\u00e3o e o preconceito raciais, trouxe de volta o protesto negro, lembrando Carlos Assump\u00e7\u00e3o que escreveu um poema com este t\u00edtulo, que esteve tamb\u00e9m na atividade de seis anos do MNU.<\/p>\n<p class=\"p1\">Enfim, esse retorno \u00e0 cena p\u00fablica, com uma posi\u00e7\u00e3o de esquerda revolucion\u00e1ria e ideologicamente assumida de radicalismo racial, que contesta a ordem racial de origem escravocrata mantida pela burguesia e que fazia da democracia racial um mito como no movimento pelos direitos civis dos negros americanos, inclu\u00eda o nacionalismo negro e a luta pela liberta\u00e7\u00e3o dos povos africanos.<\/p>\n<p class=\"p1\">Muitas obras acompanham o surgimento do MNU. Uma delas, O Genoc\u00eddio do negro brasileiro, de Abdias do Nascimento, um dos fundadores do MNU, \u00e9 uma das obras que passa a ser lida por militantes. Tamb\u00e9m Frantz Fanon, com Pele negra, m\u00e1scaras brancas \u00e9 leitura obrigat\u00f3ria. O Movimento Negro Unificado &#8211; MNU sempre procurou editar um jornal de circula\u00e7\u00e3o nacional, a exemplo do Jornal N\u00eago, editado pelo MNU da Bahia, na d\u00e9cada de 80, seguido de outras iniciativas da milit\u00e2ncia.<\/p>\n<p class=\"p1\">Nos anos 90 L\u00e9lia Gonzalez, em entrevista para o Jornal do MNU dizia:<\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 <\/span>[&#8230;] no que diz respeito \u00e0s quest\u00f5es pol\u00edtico-ideol\u00f3gicas, a coisa \u00e9 s\u00e9ria, a meu ver. O que a gente percebe \u00e9 que o MNU cutucou a comunidade negra no sentido de ela dizer tamb\u00e9m qual \u00e9 a dela, podendo at\u00e9 nem concordar com o MNU. (MNU Jornal, n\u00b0 19, maio\/junho\/julho, 1991, p. 8-9.)<\/p>\n<p class=\"p1\">Uma das bandeiras de luta da nossa organiza\u00e7\u00e3o tem sido a valorizar o negro e a negra e chamar a aten\u00e7\u00e3o para a contribui\u00e7\u00e3o do povo negro na constru\u00e7\u00e3o do pa\u00eds. A sugest\u00e3o de introdu\u00e7\u00e3o de estudos africanos a partir da inser\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria da \u00c1frica no curr\u00edculo escolar \u00e9 defendida na Carta de Princ\u00edpios do MNU, j\u00e1 em 1978, bem como no Programa de A\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"p1\">Na Constitui\u00e7\u00e3o de 1988, a inclus\u00e3o na Carta Magna de reivindica\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas do movimento negro se d\u00e3o na \u00e1rea educacional e no que se refere \u00e0s rela\u00e7\u00f5es etnicorraciais, merece especial aten\u00e7\u00e3o o artigo 242, \u00a7 1\u00ba: O ensino da Hist\u00f3ria do Brasil levar\u00e1 em conta as contribui\u00e7\u00f5es das diferentes culturas e etnias para a forma\u00e7\u00e3o do povo brasileiro.<\/p>\n<p class=\"p1\">A Lei de Diretrizes e Bases da Educa\u00e7\u00e3o (LDB 9.394\/1996) \u00e9 alterada em seus artigos 26 e 79 pelas Leis 10.639 e 11.645, que s\u00e3o assinadas apenas neste s\u00e9culo, apesar de representarem um avan\u00e7o para a educa\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es etnicorraciais e o ensino de hist\u00f3ria e cultura afrobrasileira e africana.<\/p>\n<p class=\"p1\">Vale destacar que a preocupa\u00e7\u00e3o do MNU com a educa\u00e7\u00e3o, com o curr\u00edculo escolar e com a forma\u00e7\u00e3o de educadores\/as j\u00e1 apontava para a quest\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es etnicorraciais no cotidiano da sala de aula, assim como para situa\u00e7\u00f5es preconceituosas e discriminat\u00f3rias ocorridas no espa\u00e7o escolar.<\/p>\n<p class=\"p1\">Desde a III Confer\u00eancia Mundial contra o Racismo, em Durban, na \u00c1frica do Sul, em 2001, houve uma mobiliza\u00e7\u00e3o das organiza\u00e7\u00f5es do movimento negro, que destacaram, entre outras a\u00e7\u00f5es de combate ao racismo em nossa sociedade, a necessidade de olhar a educa\u00e7\u00e3o como prioridade, chamando aten\u00e7\u00e3o para as diretrizes curriculares aprovadas em mar\u00e7o de 2004, ocasi\u00e3o em que a Prof\u00aa Petronilha Beatriz Gon\u00e7alves e Silva, relatora e conselheira representante da tem\u00e1tica etnicorracial no Conselho Nacional de Educa\u00e7\u00e3o apresentou as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educa\u00e7\u00e3o das Rela\u00e7\u00f5es \u00c9tnico-Raciais e para o Ensino da Hist\u00f3ria e Cultura Afro-Brasileira, aprovadas por unanimidade pelos\/as conselheiros\/as.<\/p>\n<p class=\"p1\">A Lei e as Diretrizes precisam acompanhar as a\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para promo\u00e7\u00e3o da igualdade etnicorracial no pa\u00eds, no espa\u00e7o escolar, consistindo-se em um passo importante, em face da necessidade que temos de mudar o imagin\u00e1rio sobre a \u00c1frica, o que incide em mudan\u00e7as no imagin\u00e1rio social sobre a popula\u00e7\u00e3o negra no Brasil. O material did\u00e1tico ainda n\u00e3o nos visibiliza como deveria. O Plano Nacional de Implementa\u00e7\u00e3o das Diretrizes Nacionais para Educa\u00e7\u00e3o das Rela\u00e7\u00f5es Etnicorracais e para o Ensino de Hist\u00f3ria e Cultura Afrobrasileira e Africana (2009) tem como base estruturante seis eixos, a saber: 1. Fortalecimento do marco legal; 2. Pol\u00edtica de forma\u00e7\u00e3o para gestores\/as e profissionais de educa\u00e7\u00e3o; 3. Pol\u00edtica de material did\u00e1tico e paradid\u00e1tico; 4. Gest\u00e3o democr\u00e1tica e mecanismos de participa\u00e7\u00e3o social; 5. Avalia\u00e7\u00e3o e Monitoramento e 6. Condi\u00e7\u00f5es institucionais. O Plano indica que \u00e9 preciso manter permanente di\u00e1logo com institui\u00e7\u00f5es de ensino, gestores\/as educacionais, movimento negro e sociedade civil organizada para a implementa\u00e7\u00e3o das Leis 10639 e 11645.<\/p>\n<p class=\"p1\">Os desafios da forma\u00e7\u00e3o pol\u00edtica da milit\u00e2ncia<\/p>\n<p class=\"p1\">Enfrentamos desafios na milit\u00e2ncia e temos de refletir sobre a formula\u00e7\u00e3o do Projeto Pol\u00edtico do Movimento Negro para o Brasil que aparece como tema do X Congresso Nacional do Movimento Negro Unificado; MNU, realizado no m\u00eas de abril do ano de 1993, na cidade de Goi\u00e2nia; Goi\u00e1s, o que fez com que as teses formuladas pelas\/os delegadas\/os pudessem contribuir para se pensar em propostas pol\u00edticas que deveriam compor o projeto pol\u00edtico do Povo Negro e quais as pol\u00edticas priorit\u00e1rias para serem colocadas em pr\u00e1tica na luta para que os objetivos do projeto pol\u00edtico fossem alcan\u00e7ados. A formula\u00e7\u00e3o, hoje apropriada pelo conjunto do movimento negro, nortear\u00e1 os avan\u00e7os j\u00e1 anteriormente propostos pelo MNU.<\/p>\n<p class=\"p1\">A militante fundadora do MNU, L\u00e9lia Gonzalez (1991), afirmava:<\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 <\/span>[&#8230;] A quest\u00e3o da milit\u00e2ncia tem que ter esse sentido e a\u00ed n\u00f3s temos que aprender com os nossos antigos, os africanos, esse sentido da sabedoria, esse sentido de saber a hora em que voc\u00ea vai interferir e como voc\u00ea vai interferir, fora desse lance individualista.<\/p>\n<p class=\"p1\">Entendemos que para se ter uma s\u00f3lida forma\u00e7\u00e3o da milit\u00e2ncia no MNU \u00e9 preciso conhecer o que \u00e9, como surgiu e quais s\u00e3o os objetivos do MNU; como se organiza o MNU; quais as contribui\u00e7\u00f5es do MNU \u00e0 luta do povo negro no Brasil e no mundo; como se d\u00e1 a atua\u00e7\u00e3o do MNU nos estados; onde encontrar o MNU no pa\u00eds. Isso implica saber como o racismo \u00e9 perverso e como combat\u00ea-lo.<\/p>\n<p class=\"p1\">Todas\/as as\/os filiadas\/os devem assumir os documentos b\u00e1sicos da nossa organiza\u00e7\u00e3o, ou seja: Estatuto, Programa de A\u00e7\u00e3o, Carta de Princ\u00edpios e Regimento Interno, comprometendo-se a cumprir orienta\u00e7\u00e3o advinda de decis\u00e3o coletiva. Consideramos importante, ainda, tratar de temas como: Educa\u00e7\u00e3o, Trabalho, Territ\u00f3rio, Sa\u00fade, Cultura, Juventude, G\u00eanero, Religiosidade, Solidariedade Internacional, entre outros temas. Pensamos que \u00e9 por a\u00ed que a forma\u00e7\u00e3o pol\u00edtica da milit\u00e2ncia deve seguir, sem esquecer de que temos muita produ\u00e7\u00e3o dentro do MNU, materiais que refletem o que precisamos na organiza\u00e7\u00e3o, com autoria da milit\u00e2ncia que atua nas v\u00e1rias regi\u00f5es do pa\u00eds, que poder\u00e1 subsidiar a forma\u00e7\u00e3o militante que a atua\u00e7\u00e3o no MNU requer.<\/p>\n<p><em>Ilma F\u00e1tima de Jesus1<\/em><\/p>\n<p class=\"p1\">REFER\u00caNCIAS<\/p>\n<p class=\"p1\">FANON, Frantz. Pele Negra, m\u00e1scaras brancas. S\u00e3o Paulo: Fator, 1983.<\/p>\n<p class=\"p1\">GOMES, Nilma Lino e Munanga, Kabengele (orgs.). Para entender o negro no Brasil de hoje. S\u00e3o Paulo: Ed. Global, 2005<\/p>\n<p class=\"p1\">GUIMAR\u00c3ES, Antonio S\u00e9rgio Alfredo. A recep\u00e7\u00e3o de Fanon no Brasil e a identidade negra. Novos Estudos \u2013 CEBRAP n\u00ba.81 S\u00e3o Paulo Julho 2008.<\/p>\n<p class=\"p1\">JESUS, Ilma F\u00e1tima de. O pensamento do MNU. In: SILVA, Petronilha Beatriz Gon\u00e7alves &amp; BARBOSA, L\u00facia Maria de Assun\u00e7\u00e3o (Orgs.) O Pensamento Negro em Educa\u00e7\u00e3o no Brasil: Express\u00f5es do Movimento Negro. S\u00e3o Carlos: Ed. da UFSCar, 1997<\/p>\n<p class=\"p1\">____ Educa\u00e7\u00e3o, g\u00eanero e etnia em territ\u00f3rio negro. In: LIMA, Ivan Costa, SILVEIRA, S\u00f4nia Maria (Orgs.) Negros, Territ\u00f3rios e Educa\u00e7\u00e3o. N\u00ba 7. Florian\u00f3polis: N\u00facleo de Estudos Negros\/NEN, 2000. (S\u00e9rie Pensamento Negro em Educa\u00e7\u00e3o)<\/p>\n<p class=\"p1\">LOPES, V\u00e9ra Neusa. Racismo, Preconceito e Discrimina\u00e7\u00e3o. Procedimentos did\u00e1tico-pedag\u00f3gicos e a conquista de novos comportamentos. IN: MUNANGA, Kabengele (org.). Superando o racismo na escola. Bras\u00edlia: MEC \u2013 SECAD, 2005<\/p>\n<p class=\"p1\">Movimento Negro Unificado \u2013 VIII Encontro de Negros do Norte e Nordeste. O Negro e a Educa\u00e7\u00e3o. Recife: MNU\/Cia. Ed. Pernambuco, 1988<\/p>\n<p class=\"p1\">_____. Programa de A\u00e7\u00e3o \u2013 Estatuto. Salvador: MNU,1990<\/p>\n<p class=\"p1\">_____. Jornal do MNU &#8211; n\u00b0 19, maio\/junho\/julho, 1991, p. 8-9.<\/p>\n<p class=\"p1\">MUNANGA, Kabengele. Rediscutindo a mesti\u00e7agem no Brasil. Petr\u00f3polis, RJ: Vozes, 1999.<\/p>\n<p class=\"p1\">NASCIMENTO, Abdias. O genoc\u00eddio do negro brasileiro. Processo de racismo mascarado. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1978.<\/p>\n<p class=\"p1\">_____. Reflex\u00f5es sobre o Movimento Negro no Brasil, 1938-97. Bras\u00edlia: Thoth, N.\u00ba. set \/dez. 1997<\/p>\n<p class=\"p1\">OGUNBIYI, Adomair O . Racismo, Discrimina\u00e7\u00e3o e Preconceito raciais: definir \u00e9 preciso. VI Congresso Afro-Brasileiro \u2013 Funda\u00e7\u00e3o Joaquim Nabuco 17 a 20.04.1994 \u2013 Recife \u2013 PE.<\/p>\n<p class=\"p1\">_____. O que \u00e9 movimento negro? S\u00e3o Bernardo do Campo, SP: Cadernos Papo S\u00e9rio \u2013 Movimento Negro Unificado \u2013 MNU, 1996.<\/p>\n<p class=\"p1\">SILVA, Petronilha Beatriz Gon\u00e7alves e. Aprendizagem e ensino das Africanidades Brasileiras. IN: MUNANGA, Kabengele (org.). Superando o racismo na escola. Bras\u00edlia: MEC \u2013 Secretaria de Educa\u00e7\u00e3o Fundamental, 2005<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pelos caminhos da milit\u00e2ncia Procuramos evidenciar a necessidade de uma cont\u00ednua forma\u00e7\u00e3o pol\u00edtica das\/os militantes do Movimento Negro Unificado &#8211; MNU, considerando a necessidade de amplia\u00e7\u00e3o dos quadros da organiza\u00e7\u00e3o, a fim de manter a atua\u00e7\u00e3o de forma qualificada, haja vista a prolifera\u00e7\u00e3o de entidades e organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o-governamentais que buscam aliar-se ao MNU com o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-835","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-artigos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/novo.mnu.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/835","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/novo.mnu.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/novo.mnu.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/novo.mnu.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/novo.mnu.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=835"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/novo.mnu.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/835\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/novo.mnu.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=835"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/novo.mnu.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=835"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/novo.mnu.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=835"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}