Vivemos, além do apartheid, uma guerra racial antinegros neste pais”. 80 tiros em pessoas desarmadas é massacre. Lutaremos contra esta política de Estado e das elites, de extermínio do povo negro.
Autor: Movimento Negro Unificado
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21 de Março – Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial
Pelas 69 pessoas assassinadas no Massacre de Sharpeville (1960,África do Sul), por todas as vitimas dos crimes de racismo no Brasil e no mundo, o MNU está há 40 anos na luta. Resistimos com os olhos e o espírito voltados para África e em permanente combate contra a violência racial que a população negra é submetida a cada minuto nesse país.
#MNU 40 anos de Luta contra o racismo!
A LUTA CONTINUA !!!
Brasil, 21 de Março de 2019.
Movimento Negro Unificado
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Mãe de jovem asfixiado entra com representação por lesão corporal
A mãe de Pedro Henrique Gonzaga, Dinalva de Oliveira, compareceu hoje (20) à Delegacia de Homicídios, na Barra da Tijuca. Ela foi formalizar uma representação de lesão corporal contra o segurança Davi Ricardo Moreira Amâncio, acusado da morte de Pedro, por imobilização seguida de asfixia, numa filial do supermercado Extra.
Segundo o advogado da família, Marcello Ramalho, ela disse no depoimento que foi empurrada pelo segurança quando tentou separar a briga e ficou com o braço machucado. Ontem (19), ela fez exame de corpo delito no Instituto Médico Legal (IML).
Protesto contra o assassinato de Pedro Gonzaga, realizado na região do supermercado Extra, localizado na Avenida das Américas no Rio de Janeiro (RJ), neste domingo (17). Pedro morreu após ser sufocado por um segurança do supermercado Extra. Os manifestantes carregavam cartazes “Vidas negras importam” e “A carne mais barata do mercado é a carne negra”. Personalidades como cantora Tereza Cristina e Jandira Fegali participam do ato. (Foto: Saulo Ângelo/AE)
“No momento em que ela tenta tirar o segurança de cima do filho dela, o segurança Davi faz um movimento brusco com o braço e ela rola no chão, lesionando o cotovelo esquerdo”, disse Ramalho.
Pela manhã, dois funcionários do supermercado prestaram depoimento na DH.
Davi Ricardo, e outros três seguranças, são esperados ainda hoje para prestarem depoimento na DH. Os dois seguranças trabalhavam no momento em que Davi Ricardo imobilizou e asfixiou o jovem Pedro Henrique, que morreu em decorrência da ação violenta.
Ambos são acusados por omissão de socorro, mas se o caso mudar da acusação de homicídio culposo para doloso, quando há a intenção de matar, eles também podem receber essa acusação.
A omissão de socorro é porque a ação de asfixia prosseguiu mesmo após Davi Ricardo ser alertado, reiteradamente, de que o jovem já estava desacordado e em processo de cianose. Além disso, eram os responsáveis no momento por resguardar as vidas no local e nada fizeram para impedir uma morte.
Eles chegaram pouco antes das 10h30, acompanhados de dois advogados. O nome deles não foi divulgado. O delegado do caso, Antônio Ricardo Lima Nunes, explicou, ontem, que os dois já irão responder por omissão de socorro.
Jornal do Brasil ( 20.2.19)
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MNU na luta por Reparação
O Movimento Negro Unificado (MNU) realizará o 1º Seminário Nacional de Reparação, nos dias 22, 23 e 24 de fevereiro de 2019, no Rio de Janeiro – RJ.
A abertura do 1º Seminário Nacional de Reparação será na sexta-feira (22), às 19 horas, no sábado (23), os trabalhos começarão às 10 h com o tema Ações Afirmativas e às 15 h o debate continuará com a mesa sobre Reparações. No domingo (24), das 10 h às 14 h, o espaço está reservado para os encaminhamentos da Luta por Reparação.
Faça aqui a sua inscrição até o dia 12 de fevereiro.
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MNU realiza Seminário Nacional de Reparação
O Movimento Negro Unificado (MNU) realizará o 1º Seminário Nacional de Reparação, nos dias 22, 23 e 24 de fevereiro de 2019, no Rio de Janeiro – RJ.
A Declaração de Durban, da Conferência Mundial contra o Racismo da ONU, em 2001, na África do Sul, considerou a escravidão e o tráfico de escravos crimes contra a humanidade. O documento impõe aos Estados a promoção de medidas para reparar os danos causados pela barbárie da escravidão e o Brasil é um dos signatários.
Com o debate sobre reparação, o MNU reforça o compromisso pela luta por justiça ao povo negro, como parte das comemorações dos 40 anos de luta contra o racismo. Em 2002, a entidade, no seu Congresso Nacional, deliberou pela defesa , como protagonista, da reparação.
Espaço democrático para o debate e formação, o seminário apresentará caminhos políticos construídos há tempos por militantes dedicados à Luta pela Reparação. Conscientização de Povo, Territorialidade e Direito de Justiça serão os pontos balizadores das discussões.
A abertura do 1º Seminário Nacional de Reparação será na sexta-feira (22), às 19 horas, no sábado (23), os trabalhos começarão às 10 h com o tema Ações Afirmativas e às 15 h o debate continuará com a mesa sobre Reparações. No domingo (24), das 10 h às 14 h, o espaço está reservado para os encaminhamentos da Luta por Reparação.
Faça aqui a sua inscrição até o dia 12 de fevereiro.
Programação:
22.2 (Sexta-feira)
19 h – Abertura
23.2 (Sábado)
10 h – Ações Afirmativas
15 h – Reparação
24.2 (Domingo)
Encaminhamentos -10h
Encerramento -15h
LOCAL: SINDSPREV
Endereço: Rua Joaquim Silva, 98 – A, LAPA – Rio de Janeiro/RJ.
Informações: mnureparacao@gmail.com
Fone: (21) 988154530/ (21) 96448-3695 (21) 96816-9559






